
A noite deste sábado, 2 de maio, foi marcada pelo brilho e pela religiosidade no Crovapi Clube. O tradicional Baile da Divina Rainha, promovido pela Confraria do Divino Espírito Santo, reuniu centenas de fiéis e autoridades para celebrar uma das etapas mais aguardadas da programação do Festejo do Divino Espírito Santo de Valença do Piauí.
O certame, que vai além da estética ao exaltar a devoção e a identidade regional, contou com a participação de candidatas dos municípios de Aroazes, Pimenteiras, Lagoa do Sítio, Novo Oriente, Elesbão Veloso e Barra D’Alcântara, além da cidade anfitriã.
O ponto alto da noite foi a aclamação de Jamilly Mary de Sousa Ferreira, representante de Elesbão Veloso, como a nova Divina Rainha 2026. Em um momento de grande emoção, ela recebeu a faixa das mãos da valenciana Isabela Jordana, que se despediu do reinado de 2025 sob aplausos.
A nova corte, que terá o papel de representar a festividade nos principais atos solenes, ficou definida da seguinte forma:
Divina Rainha: Jamilly Mary de Sousa Ferreira (Elesbão Veloso)
Divina Dama: Maria Gabrielly (Lagoa do Sítio)
Divina Princesa: Bianca Alves do Nascimento (Valença do Piauí)
Divina Duquesa: Anna Laila (Pimenteiras)
Divina Condessa: Mariana Muniz (Novo Oriente)
Divina Marquesa: Tamara Cristiana (Barra D’Alcântara)
As integrantes da corte já possuem compromisso agendado para o encerramento da festividade. No próximo dia 24 de maio, elas participarão do tradicional cortejo, percorrendo as principais ruas de Valença até a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Ó e Conceição, simbolizando a entrega e a devoção da comunidade ao Divino Espírito Santo.
Sob a coordenação do professor Leilivan Martins e de sua esposa Andreiany Costa, o festejo deste ano reafirma o vigor de uma tradição que atravessa gerações. "O baile é um momento de união entre os municípios vizinhos, mostrando que o Divino une todos nós em um só propósito de fé", destacou a coordenação.
O Festejo do Divino Espírito Santo de Valença acontece oficialmente entre os dias 15 e 24 de maio. Vale lembrar que a celebração é reconhecida por lei como Patrimônio Cultural Imaterial do Piauí, título que chancela a importância histórica e o valor social das manifestações religiosas do sertão piauiense para todo o estado.



























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