
O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) não discursou para os apoiadores que se reuniram em um ato em Belo Horizonte neste sábado, 24. Ele acompanhou, em cima de um carro de som, uma motociata que foi da Praça do Papa até a Praça da Liberdade, ambas na região Centro-Sul da capital mineira. Em seguida, se retirou e segue para um compromisso na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, marcado para as 14 horas.
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Estiveram presentes o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o governador eleito de Minas Gerais, Cleitinho (Republicanos), e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). Nikolas foi um dos principais mobilizadores da manifestação nas redes sociais. Eles também não discursaram.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Flávio aparece ao lado de Tarcísio e Cleitinho e diz que "tem uma tradição de que quem ganha em Minas e São Paulo ganha o Brasil".
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Nikolas Ferreira fez uma breve fala, na Praça da Liberdade, para os manifestantes ao lado de Flávio e Tarcísio. Ele rezou um Pai Nosso e, em seguida, chutou um boneco de plástico com a imagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que disputa o segundo turno da eleição presidencial com Flávio amanhã.
Outros políticos também acompanharam o ato, como o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), os deputados federais Lucas Pavanato (PL-SP) e Domingos Sávio (PL-MG).
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O ato de campanha do candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, em Belo Horizonte neste sábado (24), teve manifestações em homenagem ao seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Os apoiadores de Flávio gritaram “volta, Bolsonaro” e “mito”, alcunha que caracterizou o ex-presidente desde a campanha de 2018.
Bolsonaro está afastado da vida política desde que foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em setembro do ano passado a mais de 27 anos de prisão por tentativa de golpe de estado.
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Ele foi preso preventivamente em agosto de 2025 e foi transferido para o regime fechado após tentar romper a tornozeleira eletrônica em novembro do mesmo ano. Em março deste ano, voltou à prisão domiciliar devido a problemas de saúde.
Além da reclusão, Bolsonaro está inelegível, ou seja, impedido de concorrer a cargos eletivos.
Flávio Bolsonaro, porém, já deixou em aberto a possibilidade de oferecer um cargo ao pai em seu eventual governo. O senador estuda conceder perdão a Bolsonaro pela condenação por tentativa de golpe.
Flávio enfrentará o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais neste domingo (25).
Fonte: Por Estadão Conteúdo e SBT News / Reprodução do Cidadeverde.com
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