Parte de uma quadrilha suspeita de comandar um megarroubo a agências bancárias no interior do Maranhão foi presa na noite desta segunda-feira (3), informou a secretaria de segurança do estado.

No dia 25 de novembro, um domingo, os criminosos espalharam terror na pequena Bacabal, cidade localizada a 240 km da capital, São Luís. Os suspeitos explodiram agências, queimaram veículos, atacaram um quartel da Polícia Militar e roubaram uma quantidade milionária ainda não divulgada.

Foto do dinheiro apreendido / reprodução Whatsapp

Encurralados pelas forças de segurança após o assalto, o grupo se espalhou por cidades do interior do Maranhão. Na noite desta segunda, parte da quadrilha foi encontrada escondida na caçamba de uma carreta na BR-222, em Santa Luzia do Paruá, cidade a 370 km da capital maranhense.
Informações preliminares da pasta de Segurança do Maranhão apontam que ao menos 13 suspeitos estavam escondidos no veículo.

Os criminosos foram localizados em uma barreira montada pela Polícia Militar na rodovia. Sem obedecer a ordem de parada, o suspeito que estava à frente da direção da carreta avançou para cima dos carros da polícia.

Houve intensa troca de tiros entre os criminosos e a equipe da PM. Os suspeitos portavam armas de grosso calibre, como fuzis e uma metralhadora.50, segundo o governo do Maranhão.

No tiroteio, três suspeitos morreram e outros três ficaram feridos. Os policiais apreenderam fuzis, munições e malotes com dinheiro. O valor ainda não foi contabilizado pela Polícia Civil.

Foto do assalto / reprodução TV Mirante

Os suspeitos que não se feriram na troca de tiros com a polícia foram levados para a carceragem da Delegacia Regional da cidade de Zé Doca. Após prestarem depoimento, todo o grupo será transferido para o Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís.

Em uma rede social, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), disse que ficou impressionado com o arsenal apreendido com os suspeitos. “São grandes organizações que exigem ações executadas pelo governo federal, uma vez que ultrapassam as fronteiras de um único estado”, escreveu.

BACABAL

Naquele 25 de novembro, cerca de 50 suspeitos armados com fuzis e metralhadoras atacaram agências do Banco do Brasil e do Bradesco.
Três suspeitos, um deles do Tocantins, foram mortos em confrontos com as forças policiais e outros dois foram presos. A polícia diz que já recuperou ao menos R$ 3 milhões.

Desde o crime, as forças policiais do Maranhão mantêm um cerco a 60 cidades do estado para localizar e prender o restante da quadrilha que, segundo as investigações, pode ter conexão com facções criminosas de outros estados.

Fonte: Cidadeverde.com Por FolhaPress

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